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Como a RN protege chaves de IA com KMS e Nitro Enclaves

Conheça a separação entre aplicativo, cofre, certificados e disco cifrado da Rota Nacional. Veja também os limites dessa proteção.

Rota Nacional · Publicado · Revisado

A chave do provedor fica no cofre

A Rota Nacional usa AWS Nitro Enclaves para separar o uso das credenciais de IA do aplicativo público. O cofre abre a credencial e configura o transporte do provedor dentro dessa fronteira. O aplicativo recebe uma capacidade de uso, sem uma operação para exportar a chave cadastrada.

Cada credencial tem um envelope cifrado. O AWS Key Management Service, ou KMS, protege a chave de dados desse envelope. Seu contexto vincula produto, organização, registro, provedor e destino. Mover a cifra para outra organização ou outro destino não concede acesso.

A autorização depende do código medido

O KMS exige uma atestação do enclave. Esse documento informa a medida do código que iniciou na fronteira protegida. A política autoriza a imagem aprovada e recusa operações sem essa medida. A raiz criptográfica permanece no KMS.

O aplicativo usa operações específicas para inferência, armazenamento e autenticação. Ele não recebe a mestra antiga nem uma credencial administrativa da AWS. As chamadas ao KMS têm concorrência limitada e orçamento acumulado. Reiniciar o serviço não renova esse orçamento.

Certificados e disco têm proteções próprias

Os certificados do domínio principal e da API platform usam AWS Certificate Manager com exportação desativada. A operação com a chave privada ocorre no enclave de TLS. O Nginx recebe o resultado dessa operação, sem um arquivo PEM com a chave privada do núcleo.

Docker, bancos, configuração e arquivos operacionais ficam no volume protegido por LUKS. A abertura exige a ação do dono. Uma partida da máquina mantém o ambiente fechado até essa autorização. Dados transitórios necessários à operação ficam em memória.

O registro DNS CAA do núcleo permite emissão pela Amazon. Domínios de clientes mantêm certificados e identidade próprios. Um domínio diferente não significa uma máquina exclusiva. A cadeia DNSSEC também exige o registro DS no registrador; a assinatura da zona, sozinha, não fecha essa cadeia.

O controle fecha o acesso quando falha

O supervisor acompanha o cofre e os processos críticos. Uma falha persistente fecha a entrada pública e exige abertura manual. A rotina tenta avisar o dono pelo canal de alertas. O monitor externo de disponibilidade continua separado dessa rotina.

Os backups recebem cifra antes do envio. A recuperação usa uma autorização temporária do dono, específica para o arquivo. O papel do servidor não pode apagar backups nem versões históricas dos objetos.

O que esse desenho não elimina

O navegador e o aplicativo recebem o conteúdo necessário à tarefa. O Nginx termina HTTPS. O banco processa seus dados. O cadastro de uma credencial também passa por memória antes de virar envelope. Proteger a chave do provedor não torna esses componentes imunes a falhas.

A barreira de privacidade e a autorização de envio externo continuam sendo políticas da organização. A escolha de gravação por organização está disponível no Bots; as outras rotas ainda usam o controle global de auditoria e o prazo aplicável. Um enclave não substitui essas decisões nem impede um provedor de receber o conteúdo autorizado.

Perguntas frequentes

O aplicativo consegue exportar minha chave de IA?

O caminho protegido não oferece uma operação para exportar a chave cadastrada. O cofre usa a credencial para o transporte autorizado. O cadastro inicial ainda exige proteger o navegador, o aplicativo e sua conta.

Essa proteção substitui a política de privacidade da organização?

Não. Ela protege o uso das credenciais. A barreira de dados, o envio externo e a gravação de conteúdo continuam sujeitos às escolhas e permissões da organização.

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