1. Separe memória de histórico. Registre estado da tarefa, preferências de formato e decisões em campos conhecidos. Evite salvar a conversa completa por padrão. Para cada campo, escreva a finalidade e quem precisa acessá-lo; um campo sem finalidade deve ficar fora da memória.
2. Defina validade e isolamento. Associe cada registro ao usuário ou projeto correto, determine quando ele expira e como a pessoa pode removê-lo. Confira se a consulta filtra o proprietário antes de recuperar o conteúdo. Um identificador no prompt não substitui uma regra de acesso no banco.
3. Trate a memória na entrada e na recuperação. Nomes, contatos e documentos podem aparecer num resumo. Faça a composição do contexto com o mínimo necessário e envie pela política de privacidade escolhida. Não use marcadores para reconstruir identidades buscando dados em outra base.
4. Verifique com dois usuários fictícios. Faça cada um registrar uma preferência, apagar uma informação e retomar uma tarefa. Confira que a resposta conserva a preferência permitida, não recupera o dado apagado e não mistura memórias. Documente o resultado antes de ampliar o uso.